terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Tudo parecia minimamente calmo, as tempestades pareciam estar longe e o sol já espreitava envergonhado...
Talvez fosse cedo para sair para a rua e gritar que tudo ia ficar bem, pensei bem... só sei que de repente a tempestade voltou e mais uma vez senti que me caiu nos ombros de uma forma tão violenta que parecia estar mergulhada num pesadelo sem fim. Vi tudo andar à roda de uma maneira tão brusca que soltei gotas que na linguagem do tempo eram a chuva que caía pelo excesso de água nas nuvens, e na minha linguagem parecia um nó de tristeza que me apertava o coração e queria sair.
Cheguei a um momento incontrolável da tempestade, senti que a minha vida era aquela tempestade e que só eu poderia pôr fim àquele tormento. E aqui estou eu, pergunto-me o que fazer da minha vida, pergunto-me se é este o caminho que me vai fazer feliz, pergunto-me se é esta fase crítica da tempestade que me vai fazer acordar e perceber o que realmente quero ser.